Camaçari: Investigado pelo MP, Oziel Araújo abre trabalhos da Câmara com fala defensiva

A Câmara de Vereadores de Camaçari abriu os trabalhos neste ano em meio a uma série de denúncias de corrupção que envolve 17 dos 21 legisladores da Casa. Com direito a discurso defensivo, o presidente Oziel Araújo (PSDB) abriu a sessão desta terça-feira (20) segurando uma constituição e afirmando que “todas as ações [da casa] estão integralmente dentro da lei”.  Os edis da Câmara de Camaçari são investigados após aprovarem, em 2017, uma lei que aumentava os próprios salários em R$ 2.578,45 . O Ministério Público da Bahia (MP-BA) acusa o presidente Oziel Araújo e os demais coelgas de exonerarem 18 servidores comissionados para renomeá-los no mesmo dia para cargos com salários maiores. A manobra visava dar o aumento salarial dos políticos depois suspensa por uma liminar judicial deferida a pedido do MP-BA em uma ação civil pública. “Em nenhum momento foi feito nada de má fé por parte dos vereadores e do presidente desta Casa. É importante registrar também que algumas pessoas têm tentado tirar proveito político dessa situação e, de alguma forma, têm tentado mobilizar a sociedade de Camaçari contra a Câmara de Vereadores”, falou o presidente que tem prisão preventiva pedida pelo MP. “Sabemos que em virtude da interpretação que se deu o que tem sido colocado é que os vereadores são corruptos. Desde à minha infância eu trabalho”, se defendeu Oziel Araújo.

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